CASOS ESPECIAIS DE REPRODUÇÃO : POLIEMBRIONIA E PARTENOGÊNESE
O que é a poliembrionia ?
Gêmeos univitelinos ou monozigóticos, também são conhecidos como gêmeos verdadeiros. Nesse caso do início do desenvolvimento embrionário ocorre a separação de células em dois ou mais grupos; cada grupo poderá se desenvolver e formar um novo indivíduo. Como todos os indivíduos assim formados são provenientes de um mesmo zigoto, conclui-se que todos eles terão a mesma constituição genética; logo necessariamente serão do mesmo sexo.
Mas a poliembrionia nem sempre é responsável pela formação de gêmeos. Como é o caso de:
Gêmeos bivitelinos ou dizigóticos, também conhecido como gêmeos falsos ou gêmeos fraternos. Nesse caso a mulher libera dois ou mais óvulos durante uma única ovulação. Assim óvulos distintos são fecundados por espermatozoides também distintos, originando zigotos igualmente distintos. Por essa razão, esses gêmeos diferem geneticamente um do outro, da mesma maneira que quaisquer irmãos nascidos em partos diferentes. Logo, não precisam ser do mesmo sexo, já que são portadores de patrimônios genéticos diferentes.
Nas plantas, a poliembrionia muitas vezes dá origem ao enigma de uma única descendência. O processo nas plantas é chamado apomixia.
O que é apomixia ?
Partenogênese :
A partenogênese é um caso particular de reprodução, na qual o embrião se desenvolve de um óvulo, sem que a fêmea seja fertilizada por um macho.
Assim, os descendentes são originados a partir de óvulos não fecundados e apresentam material genético de origem materna.
A partenogênese ocorre em insetos, crustáceos, aracnídeos e em algumas espécies de peixes, anfíbios e répteis.
O Tityus serrulatus, o escorpião-amarelo, ocorre no Brasil e é um exemplo de animal que se reproduz por partenogênese. Só existem escorpiões-amarelos fêmeas.
Partenogênese :
A partenogênese é um caso particular de reprodução, na qual o embrião se desenvolve de um óvulo, sem que a fêmea seja fertilizada por um macho.
Assim, os descendentes são originados a partir de óvulos não fecundados e apresentam material genético de origem materna.
A partenogênese ocorre em insetos, crustáceos, aracnídeos e em algumas espécies de peixes, anfíbios e répteis.
O Tityus serrulatus, o escorpião-amarelo, ocorre no Brasil e é um exemplo de animal que se reproduz por partenogênese. Só existem escorpiões-amarelos fêmeas.
Tipos de Partenogênese :
- Arrenótoca: quando os óvulos desenvolvem apenas machos.
- Telítoca: quando os óvulos desenvolvem apenas fêmeas.
- Deuterótoca: quando os óvulos desenvolvem machos e fêmeas.
- Arrenótoca: quando os óvulos desenvolvem apenas machos.
- Telítoca: quando os óvulos desenvolvem apenas fêmeas.
- Deuterótoca: quando os óvulos desenvolvem machos e fêmeas.
Partenogênese em abelhas :
Em abelhas, as fêmeas férteis produzem óvulos haploides que podem ou não ser fecundados pelos machos.
Quando não fecundados, desenvolvem-se por partenogênese e originam machos haploides. Quando fecundados, originam fêmeas operárias ou rainhas.
Essa variação deve-se ao tipo de alimentação recebida durante o desenvolvimento enquanto larvas. As larvas que serão operárias recebem mel e pólen. As que serão rainhas recebem também geleia real.
Em abelhas, as fêmeas férteis produzem óvulos haploides que podem ou não ser fecundados pelos machos.
Quando não fecundados, desenvolvem-se por partenogênese e originam machos haploides. Quando fecundados, originam fêmeas operárias ou rainhas.
Essa variação deve-se ao tipo de alimentação recebida durante o desenvolvimento enquanto larvas. As larvas que serão operárias recebem mel e pólen. As que serão rainhas recebem também geleia real.

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